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Em Efésios 6.16 Paulo cita uma das mais poderosas armas de Deus que é o escudo da fé e uma das mais terríveis armas de Satanás contra nós que são os dardos inflamados. Veremos detalhadamente esse assunto, o qual é de suma importância para nosso crescimento como servos de Deus. Comecemos com as seguintes perguntas: que dardos são esses que Paulo menciona? Como o inimigo lança tais dardos?
A Palavra do Senhor é clara em enfatizar que não é fácil seguir a Cristo. Vivemos em um mundo que nos odeia devido ao amor de Jesus e porque somos escolhidos para uma vida plena ao Seu lado. Servir a Deus e seguí-Lo implica em conhecermos que seremos perseguidos, afrontados e enfrentaremos verdadeiras batalhas até alcançarmos a redenção completa no céu.
A exemplo de Davi ao invés de ficarmos nos lamentando e proclamando aos quatro cantos a nossa crise, busquemos Àquele que pode resolver o nosso problema: O Senhor Jesus. Por maior que for o seu problema Ele é maior que ele. Ele tem a resposta para nossos problemas e nos indicará a solução.
Eu fico sempre tocado quando me aprofundo nas linhas da palavra de Deus, e vejo a todo dia a perfeição da bíblia. Vejo na colocação de Jesus ao citar tais parábolas a prioridade do que é menos ou mais importantes no contexto de uma perda em nossas vidas. Jesus sabia muito bem que existem coisas em nossas vidas que merecem maior empenho do que outras, talvez por suas consequências no contexto que vivemos. Então vejamos as parábolas na mesma ordem que Jesus recitou e que possamos aprender da boa palavra do Senhor.
A luta pela libertação é compreensível em muitos casos, mas o fato é que o ser humano nunca está satisfeito com a liberdade que possui. Quer sempre mais. Todos querem ser livres, mas não existe liberdade absoluta. Ela é sempre relativa e condicional. Desemprego é liberdade, mas milhões estão querendo se livrar dele. Solterice é liberdade, mas a maioria dos solteiros quer se prender aos laços matrimoniais. Estar sem casa, sem teto e sem terra, é liberdade, mas ninguém deseja viver assim.
O resultado da batalha espiritual, removendo totalmente a influencia demoníaca de uma vida ou de um território, e a preenchendo com a presença de Jesus, o libertador é a verdadeira libertação. Observe em seu coração se você tem vivido uma 'religiosidade' para um deus imóvel, ou tem mantido uma comunhão com um Deus vivo e ativo, que te ama e espera um relacionamento sincero.
Na vida de um cristão além da diária luta material, ou seja no 'mundo' físico; há uma luta espiritual. Temos batalhas que são travadas no reino espiritual, num ambiente invisível, às vezes silencioso, mas real. Nessa batalha espiritual o crente necessita de armas e armaduras. Sem as quais é impossível estamos firmes contra o ataque do diabo e é por isso que somos atingidos.
Infelizmente, os ensinamentos atuais da grande doutrina da batalha espiritual têm induzido os crentes a se concentrar quase que exclusivamente em batalhas com Satanás e os demônios. A Bíblia comunica claramente que a guerra espiritual acontece simultaneamente em três frentes de combate - o diabo, o mundo e a carne.
Cativeiros espirituais são locais onde demônios aprisionam fragmentos de nossa alma, impedindo que o sucesso nos alcance em várias áreas, tanto do corpo, quanto da alma ou do espírito. JESUS veio para libertar os cativos de cativeiros espirituais.
Vida cristã não é colônia de férias, mas campo de batalha. Quem não é um guerreiro é uma vítima. Nesta luta ninguém pode ficar neutro. Trata-se de uma guerra espiritual. E contra quem é nossa luta? Quem é o nosso maior inimigo?
Com queda de Adão e Eva a morte entrou no mundo e alcançou a humanidade toda. Assim, durante toda a história humana o inimigo tem oprimido o homem na batalha do mal contra o bem, e só culminará no dia já determinado por Deus.
'Naquele dia o Livro de Moisés foi lido em alta voz diante do povo, e nele achou-se escrito que nenhum amonita ou moabita jamais poderia ser admitido ao povo de Deus, pois eles, em vez de darem água e comida aos israelitas, tinham contratado Balaão para invocar maldição sobre eles O nosso Deus, porém, transformou maldição em bênção'. (Ne 13:1-2)