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Apesar de algumas noções sobre anjos que vêm das imaginações criativas humanas, a Bíblia fala muitas vezes sobre essas criaturas celestiais e seu trabalho como mensageiros. Em diversas ocasiões, tanto no Antigo como no Novo Testamento, anjos apareceram aos homens para lhes revelar mensagens divinas. Em alguns casos, até os nomes são citados, e assim sabemos de anjos como Miguel, um grande guerreiro que peleja para defender o povo de Deus, e Gabriel, um mensageiro especial.
A palavra mais usada no Novo Testamento para 'anjo' é aggelos, que é a tradução regular na Septuaginta da palavra hebraica Mala‘k. Ambas significam ‘mensageiro'. Aggelos é usada umas poucas vezes no Novo Testamento para mensageiros humanos, como por exemplo os emissários de João Batista a Jesus
A Bíblia revela que os Anjos são organizados e classificados obedecendo a uma hierarquia angelical. Os Anjos estão presentes em todo o universo, pois realizam funções específicas, e são altamente capacitados e livres para exercerem essas atividades.
A Bíblia menciona algumas ocasiões em que os anjos cantaram: cantaram na criação, cantam na volta do pecador, cantam na exaltação do cordeiro, cantam no arrebatamento dos santos, cantam no triunfo dos justos, cantaram na encarnação de Jesus.
No Apocalipse os anjos são descritos como mensageiros de Deus, questionadores da verdade, libertadores de forças espirituais, guerreiros, portadores de oráculos, guardadores de cidade, soldados nas batalhas espirituais, anunciadores de juízo e adoradores incessantes na presença de Deus.
A Bíblia fala em anjos bons e em anjos maus, embora ressalte que todos os anjos foram originalmente criados bons e santos (Gn 1.31). Tendo livre-arbítrio, numerosos anjos participaram da rebelião de Satanás e abandonaram o seu estado original de graça como servos de Deus, e assim perderam o direito à sua posição celestial
Os seguidores da atual onda mística afirmam que se pode incorporar os anjos aos programas de autodesenvolvimento e auto-ajuda, do mesmo modo com que fazem com as fadas, os duendes e outros seres míticos.
Os anjos recebem ordens de Deus; são todos eles “espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação”(Hebreus 1.14).
Os cristãos não eram o único grupo do primeiro século que acreditava na existência de anjos. A maioria das seitas do judaísmo, berço do cristianismo, pro-fessava a crença nesses mensageiros celestes, á exceção provável dos saduceus.
Nossa reflexão é sobre identidade. Que nos identifica como cristãos, salvos, regenerados, nascidos de novo, tornados novas criaturas? Que convocação, chamada, temos da parte de Deus Pai que faz diferença no mundo em que vivemos e atuamos?
No Apocalipse os anjos são descritos como mensageiros de Deus, questionadores da verdade, libertadores de forças espirituais, guerreiros, portadores de oráculos, guardadores de cidade, soldados nas batalhas espirituais, anunciadores de juízo e adoradores incessantes na presença de Deus.