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Sabendo da importância do vaso para o dia-a-dia dos povos antigos fica fácil compreender porque a Bíblia compara nossa vida a um vaso que está saindo das mãos do oleiro, um vaso novo. Deus, o nosso Oleiro, nos fez com muito carinho. Ele nos modela a cada dia de nossa vida e nos pede para sermos como um bom vaso de barro, estocando em nosso interior as águas do amor de Cristo.
Vasos de barro são pessoas frágeis, pobres, indignas. Mas pessoas essas que foram purificadas pela aspersão do sangue de Cristo (Hebreus 9.21-22), isto é, regeneradas, promovidas duma situação de vergonha e miséria a uma posição de honra e dignidade. Estes vasos somos nós, a quem Jesus arrancou da lama, limpou e quer usar. Vasos talvez quebrados em pedaços, por uma vivência destrutiva, mas em que o Senhor reúne os fragmentos (cacos) e reconstitui o vaso, pela ação do Espírito Santo.
Esse assunto pode não ser novidade, afinal até as crianças conhecem a história da arca. De  convite em convite, vamos molhando os pés na água a caminho da  arca que nos espera. Ela ficou fabulosa, segura, perfeita, cem anos de trabalho com a madeira e outros instrumentos, foi preciso paciência, dedicação e fé. Não sei se você já reparou em alguns detalhes graciosos da arca feita por Noé, acredito que eles dizem do amor de Deus para conosco - a janela no andar de cima, a porta única e o betume que revestiu a madeira da arca, por dentro e por fora, tudo é tão harmonioso! 
O campo de Anatote era o campo das promessas de Jeremias! Era a restauração, a volta do cativeiro, o tempo de paz e prosperidade. Jeremias estava preso, triste e abatido, mas deveria olhar não para aquela circunstância, mas para Anatote! A voz de Deus chega para restituir a esperança e fortalecer a fé. Anatote significava - promessa, esperança, presente, futuro, comunhão e providência. O campo de Anatote nos dá uma animadora lição de esperança e fidelidade Divina. Mas não basta apenas olharmos para Anatote, é preciso comprar o campo, lavrar a escritura. Anatote nos ensina que Deus quer e se alegra em mudar destinos.
Depois de conhecer todas essas grandes vitórias, quem anotou os ingredientes de cada luta, vai concluir que o fator comum a todas elas foi a mudança de uma derrota inevitável para uma vitória surpreendente. Mas, na verdade, não foi esse o fator decisivo em todas as lutas. A mudança de derrota para vitória é, na verdade, conseqüência do próprio fator comum. 
Alguns franceses resistiram à mudança do calendário e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Nicodemos era mestre em seu tempo, possuía uma visão privilegiada, mas era cego, ignorante, pobre e miserável. Teve a oportunidade de ser evangelizado pelo próprio JESUS, o Evangelho vivo, mas preferiu ficar recluso ao seu mundo de vaidades, continuar sendo criatura, ao invés de filho de DEUS.
O apóstolo que recebeu de Jesus a missão de cuidar de Maria. “O discípulo que Jesus amava” (João 13.23). Pescador, filho de Zebedeu (Mateus 4.21) o único que permaneceu perto da cruz (João 19.26-27). O primeiro a crer na ressurreição, teve morte natural com idade de 100 anos.
Gileade, uma região pedregosa, de território montanhoso, ao oriente do Jordão. Um terreno acidentado, rico em florestas, pastagens e goma aromática. A capital meridional de Gileade, ainda hoje existe com o nome de Mukmah.
Passar trotes e mentiras no dia 1° de abril é um costume comemorado em todo mundo. Nos Estados Unidos, esse dia é conhecido como April Fools Day; na França, Pisson d’ Avril; e em Portugal, O Dia dos Enganos.